Teoria da Conspiração Sionista




No meu entender, acreditar na chamada Teoria da Conspiração Sionista é um erro grosseiro na interpretação dos fenômenos políticos contemporâneos. Como esse erro é recorrente em boa parte daqueles que estudam a Nova Ordem Mundial, até mesmo entre os mais sérios, resolvi expor as razões que me levam a acreditar que esta teoria, além de não encontrar respaldo na realidade, contribui decisivamente para obscurecer ainda mais o assunto. Como a questão Israel x Palestina está na pauta do dia, aproveito para fazer um comentário pontual sobre o assunto.

A idéia da Conspiração Sionista nem deveria ser chamada de teoria, porque pertence ao campo das hipóteses. E eu a vejo como hipótese furada. Uma teoria conquista respeito quando vitoriosa no confronto com pelo menos a maioria das teorias contrárias. Mesmo não alcançando o patamar de “Lei”, uma teoria não pode fugir deste confronto com idéias adversárias e muito menos descartar fatos que a desmintam. Enquanto não faz isso, continua sendo apenas uma hipótese.

Como toda forma de generalização, a hipótese da conspiração sionista também simplifica, oculta fatores complexos e desta forma impede a perfeita compreensão do fenômeno que procura descrever.

O sionismo como ideal político existe e deve mesmo existir. Ele corresponde a um desejo natural de um povo em criar e manter uma nação, com território, língua e uma ordem legal constituída e apoiada em seus valores morais e culturais.

Sei que a formação do Estado de Israel não ocorreu com a “pacificidade” ideal desejada e muitos árabes foram expulsos ou forçados a abandonar suas terras. É fato que muitos morreram por resistirem à construção deste Estado, inclusive judeus. Mas também é verdade que muitos que ali estavam aceitaram e passaram a integrar a ordem judaica, sem abandonar sua antiga religião e desfrutando dos inúmeros progressos que os israelenses inegavelmente trouxeram para ao Oriente Médio.

Para aqueles que ainda questionam a legitimidade do Estado de Israel devido à maneira com que foi implantado, lembro que nas nações americanas ou mesmo na Europa as coisas ocorreram exatamente da mesma forma. Antes dos portugueses, espanhóis e ingleses implantarem sua idéia de civilização na América não existiam índios que pensavam dominar seu território? E antes destes não houve outra tribo dominante?

Mesmo utilizando esse raciocínio, no caso dos judeus a coisa se complica. Talvez ainda mais. O centro territorial da disputa já esteve nas mãos dos judeus, cristãos e muçulmanos, apenas para falar dos mais recentes, pois também poderíamos lembrar os romanos, os persas, os cananeus, os hititas...

Seguindo esse raciocínio de ancestralidade como garantidor da soberania sobre o território, devemos devolver a América aos índios e a Europa aos bárbaros. E para quem deveríamos, então entregar a terra que vai do Jordão ao Mediterrâneo? Para algum povo acadiano ou algum agrupamento do Neolítico?

Sempre que penso na questão do Estado de Israel, na Faixa de Gaza e na Palestina, tendo a acreditar que é um problema sem solução, pelo menos no curto prazo. Não tenho a mínima idéia de como resolver aqueles problemas e agradeço a Deus por esta decisão não estar em minhas mãos, mas acho que culpar exclusivamente o sionismo por este problema é simplificar demais uma questão enormemente complexa.

O Estado de Israel é o eixo da discussão por ser a “alma” do sionismo, no entanto, sua importância é minimizada ou deturpada na “teoria sionista” de poder global, quando não é completamente desprezada. A hipótese de que os judeus controlam o mundo e planejam escravizar todos os não-judeus se esquece de observar os fatos cotidianos relacionados ao Estado de Israel. 

Os organismos internacionais, controlados pelos bancos das grandes dinastias, são todos abertamente anti-Israel. Nenhum outro país recebeu tantas condenações na ONU, e qualquer um conhece a influência dos bancos sobre a ONU. O episódio da “Flotilha da Paz” é outra prova disso: o mundo inteiro ficou contra Israel por fazer aquilo que todos os países tem a obrigação de fazer: defender a sua soberania. No recente conflito com o Hamas a mesma coisa...

Existem judeus entre os que estão no topo do mundo. É fato. É fato também que existem pessoas implantando mecanismos de controle sobre todas as sociedades, de forma a criar um governo global que perpetue suas famílias no poder. Este grupo de pessoas, ou melhor, estas famílias, controlam os bancos, as grandes corporações, os meios de comunicação. Seu poder se estende pelos governos, universidades e centros de entretenimento. Tudo isso é fato, assim como é fato que algumas destas famílias são judias, inclusive a mais rica e poderosa de todas elas. Mas o judaísmo não é unanimidade entre esse seleto grupo de bilionários e os ideais que os movem nada tem a ver com os valores do povo de Abraão e Moisés. Entre os poderosos por trás da cortina existem aqueles que alegam ser cristãos, muçulmanos, hindus, espíritas, ateus e satanistas, mas todos eles estão bem distantes do que entendemos por “religiosos”. São pessoas megalomaníacas, vítimas indefesas da ganância incontrolável, doentes que nunca estão nem estarão satisfeitos.

Além de não possuírem qualquer laço religioso com seus antepassados, estes ícones do materialismo estão completamente desligados de seus conterrâneos e contemporâneos. Estão pouco se lixando para Israel ou para os israelenses. Apesar dos discursos inflamados, utilizam seus tentáculos nas ONGs e na imprensa para promover inimigos de Israel. Seus interesses estão atrelados a dinheiro e poder, nada além disso.

Israel está sendo usado por interesses opostos aos seus.  Banqueiros globalistas financiam o islamismo e o movimento comunista como forma de provocar o caos na sociedade ocidental. E Israel é o pivô desta batalha, de onde pode surgir uma 3ª Guerra Mundial, com resultados literalmente apocalípticos. Quem não acredita na existência desta espúria aliança basta rastrear de onde surgem as críticas mais ferrenhas ao Estado de Israel. Além das teocracias ou monarquias islâmicas, quase sempre os ataques verbais ou condenações públicas que mais tarde circulam na Internet partem de paraísos democráticos como Cuba, Coréia do Norte, Venezuela... O apoio incondicional à Palestina e aos muçulmanos em geral é um patrimônio da esquerda mundial.  As alianças estão aí, só não vê quem não quer...

Muito além de toda generalização embutida na “conspiração sionista”ou “judaica”, que também pode aparecer sob os rótulos “Conspiração Khazar” ou “Talmúdica”, existe realmente uma tentativa de criar um governo totalitário mundial, mas ele não obedece a nenhuma orientação religiosa ou étnica.

Alguns fatos constantemente descartados

Penso que para chegar a qualquer conclusão é preciso confrontar versões, comparar testemunhos, conferir relações de causa e consequência e tentar se aproximar o máximo possível da realidade onde o assunto está inserido. Este processo de avaliação não permite descartar um fato, nem dele se deve deduzir um conceito.   

No campo da informação Israel é alvejado por variados inimigos e para este tipo de ataque seu avançado sistema defensivo de nada adianta. O que pode tornar espantoso e inacreditável o que digo se explica pela desinformação, ou pela ausência de informação concreta. Alguns fatos não estão com freqüência na mídia, embora esta seja nominalmente controlada por judeus, o que no meu entender comprova o que digo sobre as reais motivações dessa gente que está no poder.

 Estes fatos que contrastam com a opinião hegemônica ou simplesmente destoam dela são descartados ou amenizados sempre que o assunto Israel x Palestina está no centro do debate. Aqui estão alguns deles, mas não todos.

·       Israel é a mais estável nação do Oriente Médio, um dos poucos países da região sem quantidade significativa de petróleo, tem pouca água e possui um dos menores territórios;

·         Existem árabes muçulmanos muito felizes com o Estado de Israel. Muitos deles vivem na Faixa de Gaza e adorariam se livrar do Hamas;

·         As fronteiras do Estado de Israel foram mais ou menos definidas como estratégia defensiva, conseqüência de uma seqüência de vitórias militares esmagadoras contra nações que a atacam desde o dia da sua fundação;

·         O próprio filho do fundador do Hamas condena as atividades do grupo e explica como alguns líderes fazem sua plataforma política baseada no fomento ao ódio aos judeus. Veja a declaração que ele fez em um Congresso Judaico;

·        Nenhum país árabe se interessou em receber os palestinos, mesmo tendo enormes territórios desabitados, e o Egito se negou a controlar politicamente a Faixa de Gaza, como sugerido por Israel;

·         Existem muçulmanos em todos os níveis hierárquicos do Estado de Israel, inclusive no poder executivo, no parlamento e no judiciário. Esta "diversidade" é incomum no mundo muçulmano;

·         A maioria dos militantes do Hamas, Hezbollah, Jihad Palestina e de outros grupos não utilizam trajes militares durante o combate, um detalhe que quase sempre é "esquecido" na hora de contar os “mortos civis” causados pelos ataques israelenses.

·        Algumas lideranças palestinas fazem política com os cadáveres, e muitas farsas neste sentido já foram comprovadas (veja foto abaixo e o documentário Pallywood);

.        Em 2012 Israel sofreu mais de 1.200 ataques, pelo menos 400 deles antes do revide;

 .       Por definição, qualquer reação militar é proporcionalmente mais violenta do que o ataque que a originou; se você duvida disso dê um tapa na orelha do Mike Tyson e espere pela "reação proporcional" dele;

·         Por último o mais importante: em todo Oriente Médio, Israel é o lugar mais seguro para os Cristãos praticarem sua religião;


Não acredite em tudo o que vê por aí...
Esta foto que vai abaixo é apenas um exemplo claro de como pode funcionar a indústria da ocultação, desinformação e manipulação. A foto em questão, ou melhor, a parte dela que foi recortada de acordo com os interesses do Hamas, circulou bastante e ainda estampa dezenas de sites. Na Internet existem algumas outras fraudes fotográficas e o documentário Pallywood as expõe em vídeos irrefutáveis. Não estou dizendo que todas as fotos que circulam sejam montagens, nem acredito que os israelenses sejam todos santos, o que importa é desmascarar as mentiras onde quer que elas estejam.

Esta evidente encenação circula como "prova" da crueldade israelense

Entender a Nova Ordem Mundial exige o abandono das teorias generalistas. O primeiro passo é elencar os fatos e dar nome aos bois. É o que tentei fazer em meu novo livro, “Introdução à Nova Ordem Mundial”, que devo lançar em breve.  Neste trabalho que levou 10 anos de estudos, listei os fatos que julgo necessários para compreender os mais importantes aspectos da N.O.M.

Protocolos dos Sábios do Sião
Os Protocolos dos Sábios do Sião permanece uma incógnita. Se por um lado penso que as inúmeras referências à própria genialidade dos autores soam inverossímeis, por outro tenho que admitir que suas recomendações germinaram e deram frutos.

Em muitas páginas a capacidade maquiavélica dos planejadores é exageradamente exaltada. Tamanha demonstração de soberba não me parece muito adequada aos cérebros privilegiados que escreveram os estratagemas contidos nos Protocolos. Se contarmos com o fato de que os megalomaníacos sempre acreditam que suas idéias são intrinsecamente boas, até mesmo as mais cruéis, tamanha manifestação de orgulho pela maldade como vemos neste documento traz sérias dúvidas sobre a sua autoria.

De qualquer forma, os Protocolos são um fato, seus 24 capítulos expõem um plano realmente articulado e factual. Um projeto de longo prazo, que abarca os mais variados aspectos da sociedade, planejado e ordenado de maneira sistêmica. Como relata em detalhes um plano com etapas concluídas há décadas e outras sendo implantadas neste mesmo instante, é importantíssimo conhecer bem este documento, independente de quem esteja por trás de suas páginas.

Choque de civilizações
Por trás da questão Palestina, existe um conflito mais amplo entre Ocidente e Oriente, que ocorre no campo cultural, e a sua meta não é conquistar nenhum território, mas sim o senso comum de toda sociedade. Uma luta entre duas civilizações. Nesta luta Israel está do nosso lado, do que podemos chamar de Ocidente.  Do outro lado estão os inimigos do Ocidente, o islamismo, o movimento comunista internacional e os banqueiros que financiam toda essa farra. Pode até parecer um delírio colocar os banqueiros, islâmicos, socialistas e comunistas no mesmo barco, mas é exatamente o que está ocorrendo. Esta aliança, mesmo que momentânea, não é inédita e deve se intensificar. Apesar de serem forças concorrentes, unem-se pontualmente para atacar as bases da civilização ocidental, o inimigo comum.

Além de toda questão cultural, moral e até religiosa, meu apoio a Israel é também pragmático. Em uma luta entre duas formas de organizar uma sociedade, escolho a que julgo mais próxima dos meus ideais. 

Não pretendo voltar a este tema, por julgar que a soma desta postagem com as informações que estão no livro Introdução à Nova Ordem Mundial constituem tudo o que tenho a dizer sobre o assunto. Ao menos por enquanto.

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17 comentários:

Fada do bosque disse...

Olá Ale,

Obrigada por me ter dado a ver a sua perspectiva, que não vou contestar. Vendo assim, todos os povos estão no direito supremo de invadir e conquistar outros. Aliás, os exemplos históricos servem de desculpa para que se continue a conquistar através da força. Fica difícil dizer que somos uma civilização... civilizada.
A direita atira na esquerda, a esquerda atira na direita e Israel tem um governo de direita extremista...

Apenas contesto essa foto porque não está no meu blogue, o Guerra Silenciosa.

Um abraço e mais uma vez obrigada.

Fada do bosque disse...

Quanto as organizações internacionais e aos grandes bancos, peço que dê uma olhada a quem financia a tal Esquerda/Direita. Vai aqui um artigo esclarecedor e podemos ver que o grande derrotado do séc XX foi o comunismo:

http://rodrigoenok.blogspot.pt/2010/10/avro-manhattan-e-o-index-da-igreja-de.html?spref=bl


É de temer o regime chinês, esse sim, (vai de vento em popa e é o modelo de civilização escolhido) e também essa divisão esquerda/direita que nos torna desunidos. Veja este documentário e fica a saber o que andou a fazer a banca na URSS: "A dança do Urso"

http://www.youtube.com/watch?v=AxgIy-kvzb0.

Se é para chegarmos à verdade, temos de levar também isto em conta, principalmente quem patrocina a esquerda e a direita.

Obrigada Ale e desculpe a minha insitencia...

Ezequiel Domingues dos Santos disse...

Acreditar na Teoria Sionista seria a "teoria da teoria", é evidente o antissemitismo mais e mais ferrenho em nossos dias; no estatuto do Hamas mostra que eles se alicerçam nessa teoria para eliminar o judeus.

Ezequiel Domingues dos Santos disse...

Permita-me colocar esse post em meu blog 9com os créditos devidos); considero de grande valor ao meu círculo de leitores. Caso não estiver de acorde é só responder.

Obrigado
Ezequiel

Anônimo disse...

o GRANDE PROBLEMA É O PODER ECONÔMICO DOS GRANDES BANQUEIROS MUNDIAIS, QUE DOMINAM A ECONOMIA E AS FINANÇAS, E DE RESTO TODO MUNDO ! E NA SUA MAIORIA, ESTES GRANDES BANQUEIROS ( OU BANKEIROS ) SÃO SIONISTAS, OU DE FAMILIAS JUDAICAS ! É SÓ FAZER UMA PESQUISA SÉRIA !!!

Ale Costa disse...

Fada, antes de mais nada, desculpe o equívoco sobre a foto. Vou corrigir. Realmente a imagem não era do seu blog e agora não lembro onde estava. Concordo com você e acho que o que escreveu está diretamente relacionado ao que postei acima. Qualquer generalização é superficial e nos afasta da compreensão. Exatamente por isso elas são incentivadas por desinformadores profissionais.
Dizer que são "esquerda", "direita”, "judeus", "americanos", "sionistas", “brancos", "negros", “asiáticos” não leva às pessoas reais, às pessoas que de fato exercem o poder mundial . Temos que nos concentrar nos nomes, nas famílias, nas empresas e entidades e nas pessoas diretamente responsáveis que estão por trás dos cargos de comando. Dar nome aos bois é o que importa. Quando se faz isso vemos que o poder não é tão homogêneo.
Sobre o financiamento da URSS e da Alemanha Nazista pelos banqueiros internacionais, isso é um fato, e acredito que apenas confirma o que escrevi sobre a aliança espúria, que continua na Rússia e na China até os dias de hoje. E conforme o que Glen Beck demonstrou antes de ser demitido da Fox News, a Primavera Árabe foi financiada por dinheiro ocidental, tendo a Open Society, ONG do George Soros, como intermediária entre os globalistas e a Fraternidade Muçulmana. Estes fatos provam o que digo sobre os banqueiros controladores do FED e seus pares europeus financiarem as três forças que atualmente tentam implantar uma Nova Ordem Mundial: globalismo, islamismo radical e socialismo/comunismo.
Abraços,
Ale.

Fada do bosque disse...

Ale,

Obrigada por tudo.

Gosto muito de "discutir" assuntos consigo.

Entretanto se viu a série toda sobre "A Vergonhosa História do Petróleo", lá referem também num dos episódios, acho que o 1º, o mesmo que o Ale... que Israel não passa de um peão e bode expiatório.


Fico encantada com a forma como escreve e como expõe as coisas. Obrigada mais uma vez. :)

Um grande abraço.

Fada do bosque disse...

Ainda e só mais isto, a base do pensamento judaico como uma raça superior, não vem do documento dos Sábios de Sião, mas sim de algo muito mais antigo, tão antigo quanto as suas raízes: O Talmud. o Livro Sagrado dos judeus.

Um site a visitar:
http://inacreditavel.com.br/wp/emir-sader-o-censor-mor-de-carta-maior/#comment-10020

Um abraço.

Sr. Madruga disse...

O mundo esta de quatro ao mperialismo islâmico.
Na semana passada, o discurso do líder do Hamas, se fosse proferido por Israel, com certeza teríamos uma condenação em massa (mais uma) a Israel. O mundo hipócrita apóia uma organização terrorista que insiste em não reconhecer e admitir a existência de um pais estabelecido e membro da ONU.

maxell egens disse...

Tem muito sobre maçonaria nestes livros que estão sendo publicados, acredito que o cara se mantém anonimo, e que não é o nome real ali nos livros pelo teor. eu comprei o primeiro e tem muita coisa ali. Tem coisas que ninguém conta ou quer que seja mostrado, muito conhecimento que poderia ajudar todos os cidadãos mas acaba privilegiando poucos.

http://clubedeautores.com.br/books/search?utf8=%E2%9C%93&what=maxell+egens&sort=&commit=BUSCA

Aprendiz disse...

Os "Protocolos dos sábio".

Procure a obra "O diálogo no inferno entre Maquiavel e Montesquieu" de Maurice joly de 1865. O sujeito que montou os "Protocolos" nem precisou usar muito a imaginação, copiou diretamente muitos trechos de sátiras políticas antigas. Aparentemente a obra de Joly foi a principal fonte de "inspiração".

Aprendiz disse...

Quanto à suposta tomada hostil do território, vejamos se isto é verdade.


Primeiro, vamos definir o que é Palistina: era um conjunto de províncias dominadas pelo Império Otomano, que os ingleses acabaram por tomar turcos, inclusive com ajuda de tribos nômades árabes. A esse conjunto de territórios foi dado o nome da Mandado Britânico da Palestina. Portanto, não era uma país, nem o nome de um povo, mas um conjunto de territórios que em séculos passados tinham sido partes de partes de diversos países. Por esses motivo, era habitada por pessoas de origens diversas (árabes, judeus, druzos, alawitas, turcos, egipcios, etc). Palestina era um nome dado pelos ingleses, e as pessoas que moravam lá não chamavam a si mesmas de palestinos. Por motivos políticos, os ingleses prometeram esses territórios a mais de um aliado. E acabaram dando a maior parte aos alawitas, formando o país que vocês conhecem como Jordânia. Essa era a parte maior e mais habitada da região. Quanto à parte ocidental da região (que viria a formar depois Israel, a Faixa de Gaza, e a chamada "Margem Ocidental"), era altamente degradada, devido à política dos Turcos de de destruição da cobertura vegetal (eles cobravam impostos sobre as árvores existentes, o que levava os moradores a a corta-las). Os turcos tinham políticas específicas de perseguição aos judeus, mas a degradação das terras levou os outros povos também a fugirem, resultando e baixa densidade demográfica.

Até o momento da fundação de Israel, todas as terras onde os judeus se estabeleceram foram compradas, e sempre a preços muito acima dos de mercado. Na maioria dos casos, eram terras consideradas piores (desérticas, erodidas, pântanos), e foram plenamente recuperadas, mesmo na carência de recursos do século XIX e início do século XX.
Em vários casos, haviam trabalhadores nativos com suas famílias morando nas terras que foram vendidas (como haviam colonos nas antigas fazendas de São Paulo), e os donos mandavam esses trabalhadores embora para poderem entregar as terras aos compradores. Bom, essa é uma história triste, mas três pontos tem de ser estabelecidos: O número de pessoas afetada foi relativamente pequeno (justamente porque eram as piores terras), o emprego cresceu bastante em virtude da recuperação das terras (aumento da atividade econômica), e demitir trabalhadores para vender uma propriedade é legal em qualquer lugar do mundo.

Depois eu continuo, que a história é comprida...

Aprendiz disse...

...continuando

Pouco antes da criação do estado de Israel, países muçulmanos começaram a promover intensa perseguição contra os judeus que lá viviam, normalmente há muitos séculos, algumas famílias há mais de dois milênios. As massas foram incitadas a atacar judeus e mata-los. Os judeus já tinham a vergonhosa condição de dhimis, mas as leis foram se tornando cada vez mais duras para eles. Em alguns países eles foram oficialmente expulsos, em outros, tiveram de sair para escapar das perseguições. Em todos os casos, perderam suas propriedades sem indenização. Os que tiveram sorte puderam levar malas, mas muitos saíram com as roupas do corpo. No total saíram entre 800.000 e 1.000.000. Mais de 600.000 fugiram para Israel.

Creio que a maioria das pessoas jamais ouviu sobre isto. O que demonstra que a imprensa é parcial contra os judeus e contra Israel.

continua...

Anônimo disse...

Atenção:

Vocês estão pensando exatamente como quer o sionismo.

Não existe teoria do sionismo.

Todos, TODOS, os líderes israelenses se intitulam sionistas.

Não existe esta guerra do ocidente x oriente, isto é uma invenção sionista/iluminati/maçonica para fazer a guerra contra uma religião de pessoas mais conservadoras e mais fieis e, o ocidente cego - dominado e influenciado pelos judeus sionista através das notícias e filmes de empresas de sionistas - vai atrás do que prega a terra do tio Sam-uel, (isso mesmo, Sam é abreviatura de Samuel), sem nem mesmo abrirem os olhos e repararem que todos os conflitos no Oriente Médio tem o fato do petróleo como motivador, mas que é apenas um pano de fundo para ter a terra do tio Samuel como salvador e bem-feitor sempre com o pé cravado lá.

O sionismo tem a intenção de fazer os judeus sionistas (porque nem todo judeu é sionista) dominarem o mundo, mesmo sem sair de seu território, mas através do controle da economia pelos maiores bancos, todos judeus, controle da imprensa, ídem, controle da mídia, idem, controle de Hollywood, ídem, controle da indústria musical, controle da indústria farmacêutica, controle da indústria petrolífera, chega.

Mesmo os ateus já devem saber sobre o regresso dos judeus para Israel, e fazer a relação sobre os fatos profetizados na Bíblia e a intenção sionista.

O sionismo foi o motivo da 1ª e da 2ª Guerra, foi o motivo da chacina da família do czar Romanov, do comunismo na URSS e nos outros países.

Se não fosse o islamismo a dominar Jerusalém e Belém por tanto tempo os judeus teriam destruído todas as edificações e lugares sagrados em que Jesus esteve. Muitos judeus em Jerusalém gospem ao ver uma cruz, os islâmicos não fazem e nem pensam nisso. E aí de que lado você está?

Anônimo disse...

O Hammas, faz as vontades da cc,i;a > o que Israel precisou para matar crianças e inocentes na Palestina? Uns ataques bobos do Hammas. Quantos terroristas mataram? Pouquíssimos, os infiltrados podem ter certeza que escaparam.

Gabriel Prola disse...

Parabéns pelo texto excelente! Demostra grande conhecimento e sobretudo busca pela verdade, neste mundo cada vez mais complexo. Cada vez mais se confirma que a esquerda mundial divide-se entre manipuladores e pobres manipulados, nada mais. Fiquei muito curioso para ler seu livro. Deus te abençoe

Gabriel Prola disse...

Parabéns pelo excelente texto! Demonstra grande conhecimento e sobretudo busca pela verdade neste mundo de crescente complexidade. Cada vez mais se prova que a esquerda mundial divide-se entre manipuladores e pobres manipulados, nada mais. Fiquei muito curioso para ler seu livro. Deus te abençoe

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