As Memórias de David Rockefeller


Para quem pretende entender o globalismo, a Nova Ordem Mundial e os planos de governo totalitário que estão sendo implantados em um ritmo cada vez mais rápido, existem algumas obras fundamentais. Muitos deles são indicados nos meus livros Introdução à Nova Ordem Mundial e o mais recente, O Brasil e a Nova Ordem Mundial, lançado em agosto de 2018.

Com exceção dos meus, que foram feitos para funcionar como introduções que visam elucidar,  conectar e indicar novos caminhos para o estudo, a maioria dos trabalhos que abordam Nova Ordem Mundial e globalismo costumam criticar aspectos específicos da agenda.

Existe um livro, no entanto, que defende os projetos. Uma autobiografia que revela não apenas a agenda e os objetivos pretendidos pelos metacapitalistas, mas também ajuda a compreender a mentalidade dessas pessoas que estão por trás de todas estas iniciativas.

O livro Memórias, escrito por David Rockefeller em 2002, reúne, abertamente ou nas entrelinhas, a mais importante confissão do que eles pretendem. Quem lê este livro percebe como é ingênuo aquele que considera a Nova Ordem Mundial uma lenda ou uma teoria da conspiração.

Membro de uma das mais ricas e mais poderosas famílias do mundo, David, o neto de John D. Rockefeller que foi presidente do Chase Manhattan e principal dirigente dos braços financeiros da família durante décadas, expõe nesta obra todos os tentáculos controlados pela dinastia.

Costumo indicar este livro poque talvez seja o mais importante documento sobre Nova Ordem Mundial.

Memórias (Memoirs) - David Rockefeller (Editora Record)

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Entenda os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU



"Agenda 2030 é uma iniciativa da ONU, criada para submeter os países membros aos padrões adequados à implantação de um futuro governo mundial. Sua área de atuação é tão ampla que seus 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) alcançam praticamente todas as condutas humanas. Como estão sendo exigidos como contrapartida para a oferta de crédito internacional, os ODS serão enfiados goela abaixo dos países que paulatinamente vão restringir o direito individual e destruir a autonomia das suas empresas e as suas soberanias nacionais.

A origem deste plano globalista por excelência é outra questão que merece atenção. A Agenda 2030 é uma consequência da Agenda 21, surgida após a ECO 92, que contou com patrocínio e gigantesco apoio dos Rockefeller. Por sua vez, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, que ficou conhecida como ECO 92, ou Cúpula da Terra, foi inspirada no Relatório Brundtland (Nosso Futuro Comum), preparado por Gro Harlem Brundtland, Primeira-Ministra da Noruega e uma expoente do Socialismo Fabiano. Este trabalho foi uma encomenda do Clube de Roma, que já tinha publicado o estudo “Os Limites do Crescimento” em 1972". (Facebook - Alexandre Costa)



Veja agora uma "decodificação" dos 17 objetivos expressos na agenda, um excelente trabalho de Mike Adams (“The United Nations 2030 Agenda decoded: It’s a blueprint for the global enslavement of humanity under the boot of corporate masters”. Natural News, 4 de Setembro de 2015). Tradução: Cássia H.; Revisão: Yuri Maya; Retirado do Facebook de Fabio Paulino Da Rosa.



OBJETIVO 1: Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares.

DECODIFICAÇÃO: Colocar todos no sistema de previdência do governo, dê vale-refeição, subsídios à habitação e doações que os tornem escravos obedientes ao governo global. Nunca permita mobilidade para a ascensão social das pessoas. Em vez disso, ensine a vitimização em massa e a obediência a um governo que ofereça “mesadas” para necessidades básicas como alimentos e remédios. Rotule isso como “combate à pobreza”.

OBJETIVO 2: Acabar com a fome, alcançar segurança alimentar e melhoria da nutrição, e promover a agricultura sustentável.

DECODIFICAÇÃO: Invadir todo o planeta com alimentos transgênicos e as sementes patenteadas da Monsanto, enquanto há aumento do uso de herbicidas mortais sob a falsa alegação de “aumento da produtividade” de culturas alimentares. Projetar plantas geneticamente modificadas para impulsionar produtos químicos vitamínicos específicos, sem ter idéia das consequências a longo prazo da contaminação genética ou de experimentos genéticos entre espécies realizados abertamente em um ecossistema frágil.

OBJETIVO 3: Garantir uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.

DECODIFICAÇÃO: Autorizar mais de 100 vacinações obrigatórias para todas as crianças e adultos, ameaçando os pais com detenção e prisão caso se recusem a cooperar. Obrigar o uso intenso de medicação em crianças e adolescentes, enquanto programas de “diagnóstico” são executados. Chame a medicação em massa de programas de “prevenção” e afirme que ela melhora a saúde dos cidadãos.

OBJETIVO 4: Garantir educação inclusiva, equitativa, de qualidade e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.

DECODIFICAÇÃO: Empurrar uma história falsa e uma educação abaixo dos padrões, ou seja, de “base comum,” que produza trabalhadores obedientes ao invés de pensadores independentes. Nunca deixar as pessoas aprenderem a história real, senão elas podem perceber que não querem repeti-la.

OBJETIVO 5: Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.

DECODIFICAÇÃO: Criminalizar o Cristianismo, marginalizar a heterossexualidade, demonizar os homens e promover a agenda LGBT em todos os lugares. O objetivo real nunca é “igualdade” mas a marginalização e a humilhação de qualquer pessoa que expresse qualquer característica masculina. O objetivo final é feminizar a sociedade, criando ampla aceitação da “obediência gentil” junto com as idéias fragilizantes de propriedade comunitária e “compartilhamento” de tudo. Tendo em vista que apenas a energia masculina possui a força para se levantar contra a opressão e a lutar pelos direitos humanos, a supressão da energia masculina é fundamental para manter a população em um estado de conformação eterna.

OBJETIVO 6: Garantir disponibilidade e gerenciamento sustentável de água e saneamento para todos.

DECODIFICAÇÃO: Permitir que empresas poderosas aproveitem o controle dos suprimentos de água do mundo e cobrem preços monopolistas para “construir novas infra-estruturas de entrega de água” que “garanta disponibilidade”.

OBJETIVO 7: Garantir acesso a energia barata, confiável, sustentável e moderna para todos.

DECODIFICAÇÃO: Coibir o carvão, o gás e o petróleo enquanto exige os subsídios de energia “verde” condenada ao fracasso para startups encabeçadas por amigos da Casa Branca que irão falir em cinco anos ou menos. As startups verdes fazem discursos impressionantes e tem cobertura de mídia, mas porque essas empresas são lideradas por idiotas corruptos em vez de empresários capazes, elas sempre irão à falência. (E a mídia espera que você não se lembre de toda a fanfarra que rodeou seu lançamento original.)

OBJETIVO 8: Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos.

DECODIFICAÇÃO: Regular os pequenos negócios de forma a serem extintos pelos salários mínimos exigido pelo governo, que levará à falência todos os setores da economia. Forçar os empregadores a cumprir quotas de contratação de trabalhadores LGBT, e ao mesmo tempo, exigir níveis salariais sob uma economia de trabalho com planejamento central, ditada pelo governo. Destruir a economia de livre mercado e negar alvarás e licenças para as empresas que não obedeçam aos ditames governamentais.

OBJETIVO 9: Construir infraestrutura resiliente, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação.

DECODIFICAÇÃO: Colocar as nações em dívida extrema com o Banco Mundial, gastando dinheiro da dívida para contratar empresas americanas corruptas para construir projetos de infraestrutura em larga escala que prendam os países em desenvolvimento em um ciclo de dívida sem fim. Veja o livro Confessions of a Economic Hit Man, de John Perkins, para entender os detalhes de como esse esquema foi repetido inúmeras vezes nas últimas décadas.

OBJETIVO 10: Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles.

DECODIFICAÇÃO: Punir os ricos, os empresários e os inovadores, confiscando quase todos os ganhos daqueles que optam por trabalhar e se destacar. Redistribuir a riqueza confiscada para as massas não trabalhadoras de parasitas humanos, que se alimentam de uma economia produtiva, enquanto não contribuem com nada (…) tudo isso feito aos gritos por “igualdade”.

OBJETIVO 11: Tornar as cidades e assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

DECODIFICAÇÃO: Proibir o porte de armas para os cidadãos, concentrando armas nas mãos de agentes governamentais obedientes que dominam uma classe desarmada e escravizada de trabalhadores empobrecidos. Criminalizar a moradia na maioria das áreas rurais através da criação de “áreas protegidas” no estilo Jogos Vorazes, as quais o governo alegará ser de propriedade do “Povo”, mesmo que nenhuma pessoa possa viver lá. Forçar todos as pessoas a ir para as cidades densamente povoadas, fortemente controladas, onde estarão sob vigilância 24 horas por dia e sujeitas a fácil manipulação pelo governo.

OBJETIVO 12: Garantir padrões de consumo e produção sustentáveis.

DECODIFICAÇÃO: Começar a cobrar impostos punitivos sobre o consumo de combustíveis fósseis e eletricidade, forçando as pessoas a viverem em condições precárias que se assemelham cada vez mais às condições do Terceiro Mundo. Usar campanhas de persuasão social na TV, filmes e mídias sociais para envergonhar as pessoas que usam gasolina, água ou eletricidade, estabelecendo uma construção social de bobos e fofoqueiros que denunciam seus vizinhos em troca de recompensas de crédito alimentar.

OBJETIVO 13: Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos.

DECODIFICAÇÃO: Definir quotas de consumo de energia para cada ser humano e começar a punir ou mesmo a criminalizar “escolhas de estilo de vida” que excedam os limites de uso de energia estabelecidos pelos governos. Instituir a vigilância total dos indivíduos para acompanhar e calcular o consumo de energia. Penalizar a propriedade privada de veículo e forçar as massas para o transporte público, onde os trogloditas da TSA[1] e as câmeras de reconhecimento facial podem monitorar e registrar o movimento de cada pessoa na sociedade, como uma cena tirada diretamente do filme Minority Report.

OBJETIVO 14: Conservar e usar de forma sustentável os oceanos, os mares e os recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

DECODIFICAÇÃO: Proibir a maior parte da pesca oceânica, diminuir o abastecimento de alimentos até a escassez extrema e causar inflação desenfreada no preços dos alimentos, o que coloca ainda mais as pessoas em desespero econômico. Criminalizar a operação de embarcações pesqueiras privadas e colocar todas as operações de pesca oceânica sob o controle do planejamento central do governo. Permitir apenas que corporações favorecidas ocnduzam operações de pesca oceânica (e tomar essa decisão com base inteiramente em quais empresas dão a maioria das “doações” à campanha dos legisladores corruptos).

OBJETIVO 15: Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerenciar de forma sustentável florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade.

DECODIFICAÇÃO: Implantar a Agenda 21 e forçar os humanos a saírem do campo e migrar para as cidades controladas. Criminalizar a propriedade privada da terra, incluindo fazendas e trechos agrícolas. Controlar rigorosamente toda a agricultura através de um governo burocrático e corrupto, cujas políticas são determinadas quase inteiramente pela Monsanto, sendo certificadas pelo USDA[2]. Proibir fogões a lenha, coleta de águas pluviais e jardinagem doméstica para criminalizar a autonomia e forçar a dependência total ao governo.

OBJETIVO 16: Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar acesso à justiça para todos e criar instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.

DECODIFICAÇÃO: Conceder imunidade legal a estrangeiros ilegais e grupos minoritários “protegidos”, os quais serão livres para se envolver em qualquer atividade ilegal – incluindo chamada aberta para o assassinato em massa de policiais – porque eles são a nova classe protegida na sociedade. “Instituições inclusivas” significa conceder estruturas fiscais favoráveis e subsídios governamentais a empresas que contratem trabalhadores LGBT ou de quaisquer grupos que estejam a favor dos planejadores centrais no governo. Usar o IRS[3] e outras agências federais para punir seletivamente os grupos desfavoráveis com auditorias punitivas e assédio regulatório, ignorando as atividades criminosas das corporações favorecidas que são amigas da elite política.

OBJETIVO 17: Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.

DECODIFICAÇÃO: Aprovar leis de comércio global que anulem as leis nacionais, e ao mesmo tempo, concedem poderes imperialistas irrestritos a empresas como Monsanto, Dow Chemical, RJ Reynolds, Coca-Cola e Merck. Aprovar pactos de comércio global que ignorem os legisladores de uma nação e anulem leis de propriedade intelectual para garantir que as corporações mais poderosas do mundo mantenham monopólios totais sobre drogas, sementes, produtos químicos e tecnologia. Anular as leis nacionais e exigir total obediência global aos acordos comerciais criados por corporações poderosas e certificadas pela ONU.

Escravidão total do planeta até 2030

Como diz o documento da ONU, “Comprometemos-nos a trabalhar incansavelmente para a plena implementação desta Agenda até 2030.”
Se você ler o documento completo e puder ir além do apêndice e frases de relações públicas, você perceberá rapidamente que esta agenda da ONU será forçada a todos os cidadãos do mundo através da invocação da coerção do governo. Em nenhum lugar este documento afirma que os direitos do indivíduo serão protegidos. Também não reconhece a existência de direitos humanos concedidos aos indivíduos pelo Criador. Mesmo a chamada “Declaração Universal dos Direitos Humanos” nega totalmente aos indivíduos o direito à autodefesa, o direito à escolha médica e o direito ao controle parental sobre seus próprios filhos.
A ONU está planejando nada menos do que uma tirania de governo global que escraviza toda a humanidade enquanto chama o esquema de “desenvolvimento sustentável” e “igualdade”.
1984 chegou, finalmente. E é claro que tudo está sendo desenvolvido sob o rótulo fraudulento do “progresso”.

Artigo original de Mike Adams (em inglês): https://www.naturalnews.com/051058_2030_Agenda_United_Nations_global_enslavement.html

O Brasil e a Nova Ordem Mundial - Alexandre Costa




"Em seu livro anterior, Introdução à Nova Ordem Mundial, Alexandre Costa apresentou-nos os principais personagens ligados aos diversos movimentos de tendências globalistas, trazendo a lume figuras e nomes, em grande parte, desconhecidos do grande público, mostrando que a ideia de domínio mundial é real e viva. Agora, neste novo livro, da mesma maneira didática e direta, o autor dá um passo adiante e faz-nos entender, não somente as origens práticas e intelectuais desses mesmos movimentos, mas também seu modus operandi. Nisto, ele presenteia-nos com a possibilidade de compreender um mundo que nos cerca, mas que não é imediatamente perceptível a mentes não treinadas - um mundo de manipulação e opressão. E quando isso já bastaria para dar-nos por satisfeitos, Alexandre Costa arremata seu trabalho incluindo uma análise, pioneira e impactante, de como o Brasil, em sua história e atualmente, enquadra-se no contexto da Nova Ordem Mundial. O que se encontra nas páginas deste livro é surpreendente, não apenas para quem se informa unicamente pelo noticiário cotidiano, mas mesmo para quem já se dispôs a entender mais profundamente o que ocorre no mundo." - Fabio Blanco, advogado e escritor.

Ficha Técnica do livro "O Brasil e a Nova Ordem Mundial", de Alexandre Costa:


Vide Editorial 
1ª Edição - 2018
Número de Páginas: 164 
Notas de rodapé: 178 
Prefácio: Luis Vilar
Texto 4ª Capa: Fabio Blanco
Texto Orelha: Cristian Derosa

Lançamento: setembro de 2018

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Bohemian Club




Encravado no meio de uma floresta no norte da Califórnia existe um clube misterioso onde bilionários, líderes políticos e executivos de primeiro time se reúnem todos os anos no mais absoluto segredo. O que parece a introdução de um conto de terror é na verdade a descrição precisa de um local onde algumas das pessoas mais poderosas do mundo costumam se reunir durante o solstício de verão do hemisfério norte. O evento tem acontecido há mais de um século e na maior parte desse tempo permaneceu nas sombras, sendo citado apenas em pequenas notas de jornal e sem merecer a devida atenção da grande imprensa. 


Sede urbana do Bohemian Clube, em São Francisco

O Bohemian Club, que fica em um bosque de 11 km², no pequeno Condado de Sonoma, na Califórnia, foi criado em 1872/73 por artistas, jornalistas e ricaços adeptos do Bohemianismo, uma espécie de hobby que consiste em praticas artísticas, musicais,  comportamentais e espiritualistas, com ênfase nas atividades  consideradas alternativas, marginais, ousadas e modernas. Ou seja, no início o Bohemian Club era uma espécie de precursor do movimento hippie, formado por magnatas, aristocratas e moderninhos ricos que também pregavam amor livre, álcool, experiências de alteração da consciência e exercícios espirituais que destoavam da moral e das religiões tradicionais.

O clube surgiu entre conversas no escritório do jornal San Francisco Chronicle e foi criado originalmente como um espaço para encontros furtivos em um ambiente urbano. No início as reuniões ocorriam no prédio que ainda abriga a sede social do clube, na cidade de São Francisco – curiosamente o mesmo edifício, aparentemente, abriga ou abrigou uma unidade da Sociedade Vedanta, uma tentáculo do Missão Ramakrishna.

 A prática do acampamento no bosque só apareceu seis anos após a fundação do clube, em uma festa dedicada ao ator inglês Henry Edwards, que acabava de fixar residência na Califórnia. Nos anos seguintes repetiram o acampamento em outros locais e em 1883 alugaram pela primeira vez o atual bosque cortado pelo Russian River. Em 1899 o clube comprou a propriedade.



Desde a sua fundação o Bohemian Club se caracteriza como um clube privado que preza pela discrição. Os encontros são anuais e seus membros permanecem fechados no clube por duas semanas inteiras (incluindo 3 finais de semana) no mês de junho (+ ou - no dia 21).

 Além dos fundadores, todos falecidos, cerca de 2700 membros ativos se dividem entre os “regulares”, que são aqueles que sustentam financeiramente o clube, os “profissionais” que também atuam na organização e manutenção das atividades, os “associados”, convidados do mundo das artes ou celebridades, e os “honorários”, eleitos pelos demais membros, mesmo que ainda não façam parte do clube. Ao menos no inicio era comum oferecerem um convite pontual, para um único encontro, quando algum estrangeiro famoso e “adequado” se encontrava nas imediações de São Francisco. Por ser extremamente restrita e cobiçada, a espera por uma vaga entre os regulares pode chegar a 15 anos.

Embora nos acampamentos só se tenha notícias sobre participantes do sexo masculino, entre os membros honorários encontram-se pelo menos quatro mulheres:  a atriz Elizabeth Crocker Bowers , as escritoras Ina Coolbrith e Sara Jane Lippincott, e Margaret Bowman, esposa do jornalista e poeta James  Bowman, um dos fundadores do grupo – o funeral dela ocorreu dentro do Bohemian.


Entre os fundadores do Bohemian Club encontram-se artistas, escritores, músicos e jornalistas. Alguns nomes famosos e outros nem tanto:

  • ·         Ambrose Bierce, escritor de contos de terror e autor de obras satíricas como o “Dicionário do Diabo”. Morreu de alcoolismo após sua esposa cometer suicídio.
  • ·         Henry George, pai do Georgismo, filosofia econômica progressista do final do século XIX.
  • ·         John C. Cremony, autor do primeiro dicionário da língua Apache.
  • ·         Arpad Haraszthy, escritor húngaro, de uma importante família da viticultura.
  • ·         Frederick Whymper, artista plástico inglês e explorador de sucesso. Existe uma montanha com seu nome no Canadá.
  • ·         Hiram Reynolds Bloomer, pintor.
  • ·         Edward Bosqui, escritor.
  • ·         James F. Bowman, poeta e jornalista.
  • ·         Samuel Marsden Brookes, pintor.
  • ·         Henry "Harry" Edwards, ator e entomologista.
  • ·         Sands W. Forman, jornalista.
  • ·         Paul Frenzeny, pintor e ilustrador.
  • ·         Benjamin F. Napthaly, jornalista.
  • ·         Daniel O'Connell, escritor e jornalista irlandês.
  • ·         JC Williamson, ator, diretor e empresário teatral.

Com o passar do tempo passaram a aceitar celebridades de outras áreas, como política, finanças e indústria. Aparentemente, após a década de 1930 o clube passou a restringir ainda mais os convites e a dar maior importância a membros poderosos e com mais influência política. Entre os membros honorários encontram-se nomes famosos como Jack London, Jennings Cox, criador do drink Daiquiri, Luis Walter Alvarez, vencedor do Prêmio Nobel de Física em 1968, Glenn Theodore Seaborg , Prêmio Nobel de Química de 1951, Theodore Roosevelt, 26° presidente dos EUA e William T. Wallace, Procurador Geral e juiz da Suprema Corte americana.

A lista dos membros é bastante misteriosa, e muitas vezes controversa, como costuma acontecer com organizações desse tipo. Alguns nomes aparecem em listas e nunca foram confirmados, como Clint Eastwood, que supostamente esteve em um encontro nos anos 1980. Como convidados frequentes podemos destacar, com toda certeza, Henry Kissinger, que já foi fotografado em uma situação no mínimo constrangedora, Martin Anderson, assessor da Casa Branca, e entre os pontuais encontramos Nicholas F. Brady, Secretário de Estado, Helmut Schmidt. Chanceler Alemão, David Rockefeller, Warren Buffett, David Gergen, John Kluge, George Bush, pai e filho, Gerald Ford, Richard Nixon, Ronald Reagan, Bill Clinton e muitos outros executivos de primeiro nível como Samuel Armacost (Bank of America), Thomas Watson Jr.  e John Fellows Akers (IBM), Richard Morrow (Amoco) e Stephen Bechtel.

Também podemos saber com certeza alguns dos presidentes do clube:
  • ·         Paul Speegle (1973-75)
  • ·         Carl Arnold (1975-77)
  • ·         W. Palmer Fuller (1977-79)
  • ·         Michael Coonan (1979-81)
  • ·         Patrick O'Melveny (1981-83)
  • ·         William C. Mathews (1983-85)
  • ·         Harry H. Scott (1985-87)
  • ·         George Elliot (1987 -?)

Durante os encontros, os membros são distribuídos entre cerca de 120 "acampamentos", ou seja, unidades que servem de dormitório e lazer.  Segundo Cathy O'Brien*, a intenção declarada é proporcionar associações e “incentivar relacionamentos que visem ‘enriquecer’ a experiência”.

No meio de uma área descampada do clube existe uma estátua de uma coruja, com cerca de 12 metros, toda feita de pedra, e ao seu redor são reunidos os membros em diversas situações. A ave é a mascote do Bohemian e sua imagem está em toda parte, na entrada que leva ao bosque, nas salas de estar, no púlpito, na sede em São Francisco, e até na papelada que poucas vezes vazaram. Ao lado da coruja sempre encontramos a frase “Weaving spiders come not here”, que alguns pensam que significa que o clube não permite conversas sobre negócios, mas eu entendo como um aviso aos intrusos, que podem se enroscar na teia de aranha. O local é fortemente vigiado, com câmeras, sensores de movimento e repleto de seguranças armados.





São João Nepomuceno é uma espécie de patrono do clube. O santo, que viveu na região de Boêmia, hoje República Checa, era confessor da corte do rei Venceslau IV, no Século XIV, e foi morto porque não aceitou contar os segredos ouvidos no confessionário.

Logo na chegada os convidados e membros constituintes são recebidos e após sentarem-se de frente para a grande coruja participam de uma espécie de cerimônia macabra, conhecida como Cremação de Care, que consiste em um ritual repleto de símbolos pagãos (druidas), com velas, tochas, efeitos pirotécnicos, um sacerdote falando inglês arcaico e ajudantes vestidos de maneira a lembrar os antigos uniformes da Ku Klux Klan, e culmina com o que parece ser uma simulação de uma criança sendo queimada.  O documentário Dark Secrets: Inside Bohemian Grove, de Alex Jones registra essa cerimônia. A gravação ocorreu em junho de 2000, Alex pulou uma cerca e rastejou até o estacionamento, depois misturou-se aos membros que estavam chegando e foi levado em um veículo até o local da cerimônia. Segundo ele sua curiosidade sobre o clube surgiu quando pesquisava a Skull and Bones, sociedade secreta instalada na Universidade de Yale, de onde saíram vários políticos de destaque e alguns presidentes americanos, como os Bush.




Uma matéria da Revista Spy de novembro de 1989 diz que o objetivo desta bizarra recepção é simplesmente libertar os membros e prepara-los para os dias em que precisam esquecer-se da sua realidade cotidiana e se aproximar do mundo selvagem. Talvez por isso as acomodações, apesar de luxuosas e confortáveis, têm um aspecto antigo, exótico e bastante rústico. Peter Phillips, professor de sociologia, esteve no clube em 1994 como convidado e provavelmente por isso repete o porta-voz do clube, Alex Singer, que em 2013 disse que os encontros são apenas para reforçar laços entre os poderosos.


Além dos segredos e dos mistérios que originaram diversas lendas, pouco sabemos das atividades que ocorrem naquele lugar, mas assim como a sinistra cerimônia de recepção é possível encontrar na Internet fotos com evidente influência de rituais satânicos, além de registros de algo parecido com um baile de máscaras, com membros vestidos de mulher, maquiados como drag queens e visivelmente embriagados ou drogados.  


Outros relatos indicam que entre as sequoias do Bohemian Clube ocorreram muitas negociações internacionais e decisões políticas importantíssimas, que influenciaram a vida de todo planeta, como as reuniões ocorridas em 1942 envolvendo os cérebros por trás do Projeto Manhattan, responsável pela criação e produção da bomba atômica americana.

Infelizmente é difícil saber exatamente o que ocorre no Bohemian, mas devido ao clima de segredo e ocultismo envolvido, é quase certo que não deve ser algo muito bom.

Na próxima quarta-feira (18/07) vou participar de um hangout no canal do Daniel Ferraz, e vamos conversar sobre os mistérios envolvidos no Bohemian Club.

Fontes:
California Digital Newspapers Collection
Annuals os Bohemian Vol. VI – 1973 – 1987
Spy Magazine (novembro 1989, páginas 59-76) - Philip Weiss
Prison Planet Forum
Dark Secrets: Inside Bohemian Grove - Alex Jones
The Bohemian Grove and Other Retreats - G. William Domhoff
Who Rules America Today? - G. William Domhoff
Fritz Springmeier - Bloodlines dos Illuminati
Trance Formation of America - Cathy O'Brien

* Cathy O'Brien é esposa de Mark Phillips e autora do livro “Trance Formation of America”, de 1995, que aborda Programação Monarca, MK-Ultra, Projeto Bluebird, Operação Artichoke e outros assuntos relacionados a abusos psicológicos e sexuais, lavagem cerebral,  manipulação e controle mental. Não podemos acreditar em tudo o que ela diz, pois trata-se de um relato da sua experiência pessoal e não há tantas provas, mas creio que vale a pena conhecer seu testemunho e conferir a veracidade de cada afirmação. O mesmo vale para Alex Jones, G. William Domhoff , Fritz Springmeier . Tenho feito isso para o meu próximo livro, previsto para 2019.

Agenda 2030



Tendo em vista a repercussão de uma pequena postagem que fiz no Facebook e de um ótimo vídeo feito por Bernardo Küster a respeito da Agenda 2030, resolvi acrescentar algumas informações.

O que é a Agenda 2030?

Segundo a própria ONU, trata-se de “um plano de ação para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade. Ela também busca fortalecer a paz universal com mais liberdade. Reconhecemos que a erradicação da pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, é o maior desafio global e um requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável”. Mas quem estuda os tentáculos globalistas sabe que esta descrição formal normalmente é um disfarce para iniciativas que visam estabelecer os parâmetros necessários à criação das condições para um governo mundial.
A sua pretensão é ser uma “Agenda Universal”, que estimule a ação de todos os países nos próximos 15 anos e foi estruturada sobre aquilo que eles chamam de “três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental”.

Apesar de oficialmente ter nascido após uma reunião entre chefes de Estado e de Governo e altos representantes que aconteceu na sede das Nações Unidas em Nova York (setembro de 2015), a Agenda 2030 é um desdobramento de agendas e de projetos anteriores, que podem ser rastreados até a Agenda 21, a Eco 92 e voltando ainda mais um pouco no tempo, a um relatório intitulado “Os limites do crescimento” (The Limits to Growth, feito por Donella e Dennis Meadows, Jørgen Randers e William Behrens III em 1972, sob encomenda do Clube de Roma e financiado pela Volkswagen. 



O trabalho foi traduzido para 30 idiomas e se tornou um best-seller com cerca de 30 milhões de exemplares vendidos. O casal Meadows também fundou o INRIC (Rede Internacional de Centros de Informação de Recursos, na sigla em inglês) e Instituto de Sustentabilidade. Tudo com apoio (e dinheiro) do Clube de Roma, um dos mais poderosos e influentes organismos globalistas, que defende o controle populacional, o aquecimento global e tem entre seus membros gente como Mikhail Gorbachev e Fernando Henrique Cardoso.



Essa origem remota da Agenda 2030 demonstra como esse tipo de iniciativa nunca surge espontaneamente, e sempre está acoplada a uma rede mais ampla de objetivos que costumam ser camuflados sob os mais variados disfarces.

Estes são os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que se subdividem nas 169 metas que compõem a Agenda 2030:

  • Objetivo 1. Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares
  • Objetivo 2. Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável
  • Objetivo 3. Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades
  • Objetivo 4. Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos
  • Objetivo 5. Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas
  • Objetivo 6. Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos
  • Objetivo 7. Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos
  • Objetivo 8. Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos
  • Objetivo 9. Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação
  • Objetivo 10. Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles
  • Objetivo 11. Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis
  • Objetivo 12. Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis
  • Objetivo 13. Tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos
  • Objetivo 14. Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável
  • Objetivo 15. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade
  • Objetivo 16. Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis
  • Objetivo 17. Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável


Apesar dos eufemismos e sutilezas, basta uma reflexão para notar como cada um desses ODS representa um avanço nas implantações desejadas pelos globalistas. Além de impor valores diferentes e algumas vezes contrários ao praticados pelas populações, enfraquece a autodeterminação dos povos e as soberanias nacionais. Ou seja, mais uma arma, poderosíssima, a serviço do governo mundial totalitário que estão tentando nos enfiar goela abaixo.


Vídeo do Bernardo Küster