Qualquer um percebe a tentativa desesperada de destruir a imagem do candidato Jair Bolsonaro, mas alguns ainda não sabem que por trás do ódio descontrolado e cada vez mais descarado tem um motivo bem $imple$.
Por que a imprensa odeia Bolsonaro? (Vídeo)
Qualquer um percebe a tentativa desesperada de destruir a imagem do candidato Jair Bolsonaro, mas alguns ainda não sabem que por trás do ódio descontrolado e cada vez mais descarado tem um motivo bem $imple$.
Lavagem cerebral em capítulos
A manipulação de notícias tem sido um dos métodos de
controle e manutenção do poder desde o surgimento da imprensa. Junto com a
omissão das informações inconvenientes ou desagradáveis, distorcer a divulgação
dos fatos de acordo com objetivos pré-determinados sempre funcionou melhor do
que inventar acontecimentos. É menos arriscado do que a invenção pura e simples
porque evita desmentidos que podem ser catastróficos, e permite reajustes em
caso de desmascaramento. Esta regra tem funcionado muito bem para o jornalismo
que pretende moldar a percepção do público no curto prazo. O trabalho de
invenção fica a cargo da outra ponta da estratégia e visa resultados de médio
ou longo prazo.
Quando os objetivos não se resumem a influir em
decisões imediatas e buscam interferir de maneira mais duradoura nas percepções
da audiência, a narrativa ficcional oferece resultados mais interessantes para
os manipuladores. A distorção das notícias pode impactar de modo mais visível e
conseguir respostas praticamente instantâneas, mas a ficção tem a capacidade de
influenciar de maneira muito mais profunda, embora suas consequências possam
aparecer de forma mais lenta.
Conciliar estas duas formas de manipulação costuma
oferecer resultados muito próximos da perfeição. A ficção prepara o substrato
que vai reagir às notícias conforme os interesses não declarados.
No caso do Brasil podemos identificar esta prática
sendo aplicada diariamente. Enquanto as novelas, séries e filmes fornecem a
matéria-prima que vai povoar o imaginário da população, a falsificação de
notícias tende a provocar as reações desejadas, no momento adequado aos
objetivos planejados.
Este método de manipulação que utiliza a ficção e a “realidade” de maneira conjunta para moldar comportamentos e transformar a sociedade pode ser usado por razões políticas, mas funcionam ainda melhor quando dirigidos para questões de ordem moral ou social.
Este método de manipulação que utiliza a ficção e a “realidade” de maneira conjunta para moldar comportamentos e transformar a sociedade pode ser usado por razões políticas, mas funcionam ainda melhor quando dirigidos para questões de ordem moral ou social.
Ainda na década de 1960 tem início um processo de
inserção de pautas contrárias aos valores comuns à sociedade. Mais tarde, com o
fim do governo militar essa técnica foi aprimorada. Dezenas de novelas começam
tratando o tema de forma paralela e expondo seu potencial polêmico, depois
seguem avançando lentamente a sua importância dentro da trama e provocando
debates públicos, colocando no centro da discussão assuntos que antes não
faziam parte dos interesses da população. Em seguida o noticiário pinça
exemplos que confirmam a “tendência” e extrapolam a sua relevância, tornando o
tema cotidiano e inquestionável. Com o imaginário preenchido a aceitação da
notícia encontra terreno fértil e diminui a resistência. Daí em diante a pauta
se mantém, ganha notoriedade e o medo do isolamento atrai até mesmo aqueles que
não concordam com ela, um fenômeno explicado no livro A Espiral do Silêncio, de
Elizabeth Noelle- Neumann.
Em 1992 a TV Globo lançou uma minissérie chamada
Anos Rebeldes. Consistia em uma visão romanceada do regime militar, que ali era
chamado de “Anos de Chumbo”. Muito bem produzida e recheada de mulheres bonitas
e jovens idealistas e corajosos, a peça de ficção rapidamente conquistou grande
audiência. Além dos telespectadores cativos que a emissora sempre teve no
horário, a dinâmica aventureira e a rebeldia embelezada capturaram também a
atenção dos jovens, até então avessos a este tipo de programa.
A série durou dois meses e paulatinamente foi
aprofundando a trama até chegar ao maniqueísmo pretendido: jovens que só tinham
amor no coração lutando contra velhos militares malvados. Com o assunto
instalado na mente das pessoas e, portanto, na pauta das conversas, vieram as
edições do Globo Repórter e especiais do Fantástico confirmando cada detalhe do
roteiro. Primeiro validaram os cenários e o figurino, fortalecendo a
credibilidade do programa, e depois a história inteira. Pronto, estava montada
toda uma narrativa que ainda permanece na mente da maioria da população
brasileira, mesmo para aqueles que não assistiram e nem mesmo ouviram falar da
produção.
O sucesso desta empreitada influenciou diversas
outras iniciativas e foi evoluindo com o passar do tempo, culminando em
Malhação, uma máquina de moldar mentalidades jovens que já existe há 26 anos e
faria inveja a Pavlov, Goebbels ou Mengele. Malhação é o mais eficiente experimento
de lavagem cerebral já produzido no Brasil, e como seu foco é a juventude,
inexperiente, rebelde e imediatista por natureza, seus efeitos podem ser
observados sem muita dificuldade: tudo aquilo que é inserido na novelinha
apresenta resultados praticamente automáticos, bastando apenas um reforço do
jornalismo militante. Todas as tendências e modas “sugeridas” de forma
ostensiva ou sutil tornam-se padrão entre boa parte dos jovens que nem percebem
que estão sendo conduzidos por aqueles que julga odiar. Curiosamente, os mesmos
estudantes teleguiados que, obedecendo a partidos políticos vão à porta da
emissora gritar “o povo não é bobo, abaixo a rede Globo” repetem as gírias,
roupas e penteados lançados em Malhação.
Estes exemplos mostram como a estratégia de
conciliar a ficção ideológica com jornalismo tendencioso tem funcionado com
eficiência notável, especialmente entre os jovens. Mostram também que para
sanear a mente das próximas gerações será preciso muito mais do que melhorar a
propagação das notícias, mas principalmente construir um novo imaginário, um
trabalho infinitamente mais complexo.
Alexandre Costa é autor dos livros Introdução à Nova Ordem Mundial, Bem-vindo ao Hospício e O Brasil e a Nova Ordem Mundial.
Texto publicado originalmente na revista Estudos Nacionais (2018)
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Criminalidade, Audiências de Custódia e o mundo mágico dos ingênuos
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| Audiência de Custódia de Adélio Bispo, que esfaqueou Bolsonaro |
Para quem ainda acredita que o problema da criminalidade desenfreada pode ser resolvida com abraços na lagoa ou soltando pombinhas, seguem os vídeos do Canal Brasileirinhos, que demonstram o caminho insensato que estamos percorrendo rumo ao caos absoluto.
Brasileirinhos 5 (Parte 1: nego é mau)
Brasileirinhos 5 (Parte 2: mortos fardados)
Brasileirinhos 5 (Parte 3: Vai todo mundo morrer)
Postagem recente que fiz no Facebook para divulgar os artigos de uma leitora:
Quem me acompanha sabe que considero a criminalidade o pior problema brasileiro. Não consigo pensar em algo mais grave do que 60.000 homicídios e 70.000 estupros por ano, por isso custo a entender a ingenuidade das pessoas que acreditam que esse problema será resolvido repetindo os remédios que estão matando o paciente. Na minha visão, esta questão deveria estar no centro da discussão eleitoral, mas sabemos que apenas um candidato (#EleSim) parece querer enfrentar esse problema.
As abomináveis audiências de custódia servem como exemplos dessas distorções que tomaram conta do debate sobre segurança pública. Além de incentivar a reincidência e revoltar as vítimas, desmoralizam as instituições e desmotivam os agentes que ainda se esforçam para combater e punir os criminosos.
A Promotora de Justiça Cláudia R Morais Piovezan está abordando o assunto com inteligência, conhecimento de causa e texto refinado. É uma honra ter uma leitora tão brilhante e qualificada.
Trecho do primeiro de três excelentes artigos: (links logo abaixo):
"De acordo com a justificativa inicial, o objetivo seria verificar a legalidade da prisão e se o preso sofrera violência policial, o que sempre fora realizado por meio da comunicação do flagrante para o juiz e para o promotor de justiça. No entanto, a justificativa inicial guardava um segredo, pois o que aparentava ser um inocente doce era, na verdade, um bombom envenenado, pois, em 09 de abril de 2015, foram assinados três acordos de cooperação entre CNJ, Ministério da Justiça e, vejam só, Instituto de Defesa do Direito de Defesa* que tinham por objetivo incentivar a difusão do projeto Audiências de Custódia em todo o País, o uso de medidas alternativas à prisão e a monitoração eletrônica buscando combater a “cultura do encarceramento” que alegavam ter se instalado no Brasil. Ou seja, os acordos firmados pelo CNJ logo após o início do projeto da audiência de custódia já demonstraram a quem e a que servia o malfadado ato judicial."
Obs *: O Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD) é uma ONG idealizada por Márcio Thomaz Bastos. Precisa dizer mais alguma coisa?
Artigos da Promotora Cláudia R. Morais Piovezan:
Espiral do silêncio – Prefácio – Alexandre Costa
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| Capa do livro de Elisabeth Noelle-Neumann |
Título: A Espiral do Silêncio - Opinião Pública: Nosso Tecido Social
Autora: Elisabeth Noelle Neumann
Editora: Estudos Nacionais
Edição: 1ª - Agosto de 2017
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 340
Link para comprar na Amazon: https://amzn.to/2Ienrl2
Prefácio - Alexandre Costa
A democracia não é uma dádiva. Nem no
sentido de perfeição, muito menos no sentido de presente. Para ser verdadeira e
estável, a dinâmica democrática exige que os seus pressupostos sejam
constantemente aperfeiçoados e defendidos.
Entre os princípios que constituem uma
sociedade democrática está a liberdade de expressão, que consiste na
materialização da liberdade da consciência, e é, portanto, fonte de todas as
outras liberdades e condição sine qua non
para a existência de uma coisa chamada individualidade humana.
Bem no meio dessa intrincada rede de
sustentações composta de direitos e deveres, coletivos e individuais,
encontra-se a “opinião”, essa palavra muito usada e pouco compreendida, que
serve a variados propósitos e que frequentemente é alçada ao Olimpo sem a
exigência da sua adequação à realidade.
Nos últimos anos tem aumentado o espaço
e a relevância das opiniões pessoais. Tudo passou a ser nivelado como opinião,
desde palpites espontâneos a escolhas racionais, passando por reflexos
condicionados e palavras de ordem. Com o crescimento e a onipresença das redes
sociais, o espaço e o acesso à opinião aumentaram consideravelmente, o que
torna o assunto ainda mais importante para qualquer um que pretenda entender o
panorama sócio-político.
Diante da importância cada vez maior destas
novas formas de comunicação, que permitem a publicação das manifestações pessoais sem
qualquer exigência de contrapartida, torna-se imprescindível refletir sobre a
essência e os acidentes relacionados à formação, influência, cristalização e
repercussão da opinião.
Em meus estudos sobre a cronologia dos
planos de constituir um governo mundial, notei que ao longo do tempo um fator foi
particularmente aprimorado com mais afinco que os demais. Depois de alguns
projetos baseados principalmente na força militar, econômica e política, as
iniciativas visando convencimento, persuasão e qualquer outro tipo de
influência tornaram-se o foco das atenções destes planejadores, e por fim
mostraram-se mais eficientes que os fuzis e as legislações. Mesmo quando
comparada a outros aspectos como sistemas econômicos e iniciativas políticas,
nenhuma outra área recebeu mais atenção daqueles que desejam controlar o mundo
inteiro.
Como a eficácia deste tipo de
iniciativa depende de um certo grau de discrição, a maioria das pessoas nem
imagina que por trás de toda comunicação global, principalmente nos assuntos
vitais e estratégicos, existe uma intenção deliberada de interferir na opinião
das pessoas, com técnicas, métodos e
experimentos. Na verdade poucos sabem que o controle da opinião pública é tema
de inúmeros estudos e tem sido beneficiado com financiamentos de valores
incalculáveis.
Qualquer um que tenha pesquisado sobre
os regimes totalitários que inspiraram os projetos que hoje são conhecidos como
Nova Ordem Mundial sabe que a questão da manipulação da opinião é central nesse
processo. De Antonio Gramsci à Escola de Frankfurt, passando por diversos
outros pensadores, fica evidente que a estratégia mudou drasticamente após os
fracassos dos regimes soviético e nazista. O foco, que era “mudar a sociedade
de cima para baixo”, transformou-se em uma série de iniciativas que têm como
objetivo mudar antecipadamente o pensamento do indivíduo e desta forma
enfrentar menos resistência para as futuras implantações.
Basta pensar um pouco para perceber que
de nada adianta lutar contra as iniciativas políticas e econômicas que compõem
estes planos sem conhecer a estratégia insidiosa que se esconde na comunicação
de massa. E assim que eu percebi que esta era a chave para compreender o
panorama e prever os rumos das decisões políticas, passei a procurar pelos
estudos sobre o tema. O que eu não esperava é que a maioria dos estudos mais
sérios e documentados sobre a influência da comunicação na formação das
opiniões levava a um assunto ainda mais específico e profundo, a Espiral do
Silêncio.
A autora deste estudo, que serviu a
muitos outros sobre ciência política, opinião pública e mídia é uma professora
alemã, Elisabeth Noelle-Neumann, nascida em
Berlim em 1916 e falecida em 2010. Seus estudos, iniciados ainda na década de
1960, demonstram, de forma objetiva e indiscutível, que a psicologia humana
obedece a certos preceitos para a formação da opinião, seja pública ou
individual.
Olavo de Carvalho, que foi o grande
responsável por aprofundar as
questões levantadas por Noelle-Neumann no Brasil,
explica a peculiaridade desta questão eminentemente psicológica, que atinge o
imaginário e talvez até o subconsciente das pessoas. O filósofo sintetiza a
Espiral do Silêncio como um jogo de impressões e de emoções vagas, e não um
processo de doutrinação ideológica. Tal característica exige uma observação
muito mais atenta e um estudo mais apurado, o que torna este livro ainda mais
necessário.
Como
já estava habituado a não encontrar no Brasil alguns dos livros essenciais ao
assunto que pesquisava, principalmente aqueles que desmontam ou simplesmente
questionam as argumentações do status quo,
não foi uma surpresa descobrir que o livro ainda não tinha uma edição
brasileira.
Décadas depois, portanto, chega ao
Brasil o livro que traz todas as informações necessárias para a compreensão
dessa estratégia e que permite, ao leitor atento, imunizar a sua percepção de
forma a não ser mais um idiota-útil.
Partindo de pesquisas realizadas nas
eleições alemãs entre 1965 e 1971, a autora percorre um longo e detalhado
caminho, mostrando passo a passo o funcionamento dos mecanismos que influenciam
o posicionamento e a tomada de decisões.
Todo estruturado como uma aula, o livro
lançado agora no Brasil pela editora Estudos
Nacionais traz todas as etapas necessárias para a compreensão do que vem a
ser a Espiral do Silêncio e suas entranhas.
O livro começa apresentando as
ferramentas que serão utilizadas, avança para abordagens mais diretas sobre as
questões relacionadas à opinião, suas características e particularidades, tudo
com absoluta transparência e obedecendo a rigoroso método científico.
Logo no início o leitor já entende o
que é, como funciona e quais os métodos utilizados, levantando hipóteses e abrindo
para uma abordagem muito profunda sobre
o poder de influência do que a autora chama de isolamento, a força ativadora da
Espiral do Silêncio.
Os capítulos vão se desenvolvendo de
forma organizada e didática, com experimentos, entrevistas e cruzamento de
dados entre vários estudos, tudo sustentado com uma enxurrada de exemplos.
Em menos de 30 capítulos Noelle-Neumann oferece a explicação de todo um
sistema, que começa com a compreensão do tema central e continua com observações
históricas e demonstrações práticas do seu funcionamento, o que permite ao
leitor adquirir um aparato de conhecimentos e técnicas que vão abrir sua
compreensão não apenas nas questões diretamente ligadas à ciência política, mas
de toda comunicação de alguma forma relacionada com a opinião pública.
O ponto alto do livro, no meu entender,
reside na capacidade da autora de entrar no tema sem se apegar a formalismos
vazios ou academicismos desnecessários, mas vários outros aspectos merecem
destaque.
Diluída em diversos momentos ao longo
do livro, a demonstração da impossibilidade de avaliar a questão como uma
simples fórmula matemática é outro ponto essencial do estudo. A opinião pública
não é simplesmente a soma das opiniões pessoais e nem mesmo a média entre elas.
A autora mostra detalhadamente como os mais variados fatores, muitas vezes
desconexos e até mesmo aparentemente contraditórios, tendem a direcionar o
pensamento e o comportamento de uma maneira que as pesquisas mais superficiais
nunca poderiam ou poderão revelar. Com este olhar diferenciado o livro desmonta
diversos métodos simplórios de aferição usados em pesquisas cotidianas e mostra
como esses levantamentos também são usados para manipular a opinião pública.
Também merece registro o enfoque na observação
da forma que as notícias são propagadas, jogando luz não apenas sobre o
conteúdo transmitido, o que leva o leitor a compreender e identificar o corporativismo
da imprensa, seus reais objetivos, muitas vezes não declarados, e seus métodos
de manipulação, exagero e ocultação da informação circulante.
Este livro oferece ainda o mais
precioso dos instrumentos para demonstrar que existe manipulação deliberada na
transmissão da informação. E prova que a aplicação da Espiral do Silêncio não é
espontânea e definitivamente não é um fato isolado. Esta questão é decisiva
porque muitas pessoas intuitivamente desconfiam que existe algum tipo de
manipulação das informações, mas só conseguem enxergar interesses pontuais
sobre a distorção de uma notícia, sem perceber que existem ligações com várias outras.
Com o politicamente correto onipresente
e a disseminação avassaladora das iniciativas de engenharia social, o
lançamento da primeira versão brasileira deste clássico é motivo de comemoração
para todos que tenham interesse em proteger a sanidade das suas opiniões e dos
seus posicionamentos.
Boa leitura!
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