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Feliz Natal!
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| Adoração dos Pastores - Gerard Van Honthorst (1590–1656) |
Não há data mais adequada para uma reflexão, já que o aniversário de Jesus Cristo é o nascimento ritualístico do Logos Divino, e isso “energiza” e potencializa as inteligências.
Feliz Natal!
Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas,
porque achaste graça diante de Deus.
E eis que em teu ventre conceberás
e darás à luz um filho,
e por-lhe-ás o nome de Jesus.
Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo;
e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai;
E reinará eternamente na casa de Jacó,
e o seu reino não terá fim.
(Lucas 1:30-33)
.E eis que em teu ventre conceberás
e darás à luz um filho,
e por-lhe-ás o nome de Jesus.
Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo;
e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai;
E reinará eternamente na casa de Jacó,
e o seu reino não terá fim.
(Lucas 1:30-33)
O Efeito Mozart
"Pesquisas comprovam que
ouvir certas músicas de Mozart
ativa os neurônios e
melhora a inteligência"
ouvir certas músicas de Mozart
ativa os neurônios e
melhora a inteligência"
O Efeito Mozart é um termo usado para fazer referência aos poderes de transformação da música na saúde, educação e bem-estar. Representa, de uma maneira genérica, o uso da música para reduzir o estresse, a depressão e a ansiedade; induzir o relaxamento e o sono; restaurar o corpo; melhorar a memória e o estado de alerta.
A pesquisa com a música de Mozart começou na França nos idos de 1950, época em que o Dr.Alfred Tomatis iniciou as suas experiências de estimulação auditiva em crianças com problemas de audição e comunicação. Nessa época já havia muitos centros de pesquisas espalhados pelo mundo todo que usavam as músicas de alta freqüência de Mozart, especialmente os concertos para violino e as sinfonias, para ajudar crianças com dislexia, problemas de fala e autismo. A Universidade da Califórnia, Irvine, começou suas experiências nessa área em 1950, relacionando a música do compositor com a inteligência espacial. Em 2001 os ingleses começaram a estudar o efeito das obras nos epiléticos.
O Dr.Tomatis descobriu que ela acalmava e melhorava a percepção espacial e permitia que o ouvinte se expressasse com maior clareza, comunicando-se com o coração e a mente. O ritmo, a melodia, a excelência de execução e as altas freqüências da música de Mozart claramente estimulavam e impregnavam as áreas criativa e motivacional do cérebro. Mas talvez o segredo da sua magnitude seja porque ela soa pura e simples. Mozart não tece uma tapeçaria deslumbrante como o grande gênio matemático de Bach. Não provoca ondas de emoções como o epicamente torturado Beethoven. Sua obra não tem a rígida simplicidade de um Canto Gregoriano. Não acalma o corpo como uma boa música folclórica, nem atira em movimento como um astro de rock. Ele é, ao mesmo tempo, profundamente misterioso e acessível e, acima de tudo, destituído de malícia. Daí a sua aura de Eterna Criança. Sua graça, seu encanto e sua simplicidade nos permitem divisar uma sabedoria mais profunda dentro de nós.
A expressão estrutural e emocional ajuda a esclarecer a percepção tempo/espaço. A estrutura do rondó e da sonata-allegro constitui a forma básica na qual o cérebro torna-se familiar com o desenvolvimento das idéias.
O ouvido começa a se desenvolver na 10ª semana da gestação de um bebê e é funcional aos 4 meses e meio (da gestação). Ele é essencial para o equilíbrio, a linguagem, a expressão e a orientação espacial. Sendo uma antena receptora, vibra em uníssono com a fonte de som, quer esta seja musical ou lingüística. O corpo se contrai quando tenta se proteger de sons irritantes ou desagradáveis e relaxa com sons harmoniosos. Por intermédio da medula, o nervo auditivo se conecta com todos os músculos do corpo, explorando o repertório inerente de padrões de estímulo espaço-temporal do córtex. A música complexa facilita determinados padrões neurais envolvidos em atividades superiores, como a matemática e o xadrez. Em contrapartida, a música simples e repetitiva poderá ter o efeito contrário.
Som é o campo vibracional que forma a linguagem, a música e até o silêncio. Quando ele está organizado nós nos comunicamos por palavras, idéias, sentimentos e expressões. Por outro lado, quando ele está desorganizado é criado o barulho. O som chega ao nosso cérebro e ao nosso corpo através da pele, ossos e ouvidos, mesmo que a pessoa esteja em estado de coma. É claro que cada pessoa escuta de uma forma diferente, reagindo de uma maneira diferente ao som e ao barulho. Quando ritmo, melodia e harmonia estão organizados em uma bela forma, mente, corpo, espírito e emoções se harmonizam.
...
Continue lendo este texto maravilhoso da Elza de Moraes Fernandes Costa (elza-costa@uol.com.br): http://escoladevioloes.com/se/2009/10/496
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Para um domingo celestial
Thomas Tallis (1505-1585) naceu em Greenwitch e foi chamado o Compositor das Catedrais. Vivendo em um período tumultuado do Cristianismo, seu talento foi requisitado por protestantes e católicos. Um gênio da música - esquecido em nossos dias de trevas -, cuja obra imensa nos faz sentir a atmosfera de uma catedral medieval. Spem in Alium, sua composição mais famosa, foi composta em 1570. Em breve colocarei mais coisas dele aqui...
.O Leviatã II – O óbvio ululante
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| "Awakening Leviathan" - Richard Sardinha |
Não conheço uma só pessoa que, em sã consciência e sem interesses particulares, prefira o serviço público ao privado. Você não deve estar surpreso com essas afirmações: com raríssimas exceções, os serviços oferecidos pelo Estado brasileiro são deploráveis.
Hospitais matam pessoas, bandidos fogem das cadeias e escolas emburrecem crianças diariamente, e isso não é uma figura de linguagem: só neste mês de setembro recolhi dezenas de exemplos que comprovam incompetência do Estado em TODAS as áreas.
Saúde:
No mês em que o Governo, com apoio da imprensa, voltou a pressionar pela volta da CPMF, medicamentos estragaram nos depósitos; equipamentos enferrujaram nas caixas; paciente morreu após 8 horas em ambulância; criança teve a perna amputada por engano.
Segurança:
Se existisse um Nobel de Criminalidade, seria do Brasil: 55.000 homicídios por ano; menos de 15% dos homicídios solucionados; e todos os dias – sim todos os 365 dias do ano – presos fogem das cadeias nesta terra da paz e da boa vontade.
Educação:
Desde antes do fim do Regime Militar a influência da ONU e de outros organismos internacionais vêm destruindo um sistema educacional que, se não era o melhor do mundo, estava longe dos piores. Com os governos Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma as coisas pioraram enormemente.
Idéias estúpidas como aprovação automática, a ideologização, o nível abissal do conteúdo pedagógico e o despreparo dos profissionais (de professores a ministros) fez da burrice uma conquista da nossa nação.
Um dado que comprova que estamos emburrecendo alunos com muito êxito: testes internacionais garantem que as crianças brasileiras estão entre as mais inteligentes do mundo. Já os nossos universitários estão entre os últimos, disputando, cabeça-a-cabeça, com Serra Leoa, Zambia, Zaire e outros tradicionais redutos intelectuais...
Depois dos livros de geografia com dois estados do Piauí, dos erros de concordância em um livro de português, erros de soma em um livro de matemática e de um ministro da educação que fala “cabeçário” e é tido como intelectual pela imprensa, você queria o quê?
Me empolguei com esta postagem (rs). Ouvi mais uma grande bobagem sobre "Estado Forte" agora há pouco. Era para escrever 4 ou 5 linhas, já que vivendo no Brasil até um macaco pode perceber a incompetência do Estado.
Resta a pergunta que não quer calar: por que insistimos em deixar essa besta ainda maior e mais poderosa?
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