Comunidade fechada do canal Alexandre Costa. Aulas ao vivo, semanais, com perguntas e respostas em tempo real. As dúvidas posteriores à transmissão serão respondidas por escrito ou em vídeo. Sempre às terças, às 21 horas. Todas as aulas ficam armazenadas e podem ser vistas em qualquer horário e quantas vezes o aluno quiser. Como complemento do conteúdo semanal, os membros da comunidade terão acesso a vídeos editados por tema, além de todos os cursos, palestras e artigos produzidos pelo autor.
Alexandre Costa é escritor nascido em São Paulo, autor das obras “Introdução à Nova Ordem Mundial”, “Bem-vindo ao Hospício”, O Brasil e a Nova Ordem Mundial”, “O Novato”. “As várias faces da Nova Ordem Mundial”, Um copo de Red Pill”, “O mínimo sobre ocultismo”, “Fazendo Livros”.
Hotel Montreux Palace, na Suíça, provável local do Bilderberg 2019
A 67ª reunião do Clube Bilderberg começa amanhã e vai até o dia 02 de junho. Desta vez o encontro ocorrerá em Montreux, na Suíça, e deve contar com 130 convidados da elite empresarial, financeira, política e intelectual da Europa e América do Norte. Entre os mais famosos empresários e executivos encontrei Eric Schmidt, do Google, Satya Nadella da Microsoft, Reid Hoffman, do Linkedin; Dieter Zetsche, da Daimler, Richard Gnodde, do Goldman Sachs, Mark Tucker, do HSBC, Mark Carney, do Banco da Inglaterra e Ana Botín do Santander.
Na área política estarão presentes Fernando Medina, Prefeito de Lisboa, Ursula von der Leyen, Ministra da Defesa da Alemanha, Bruno Le Maire, Ministro da Economia e Finanças da França, Jared Kushner, Conselheiro Sênior da Casa Branca, Radosław Sikorski, do Parlamento Europeu e Robert Rubin, do CFR.
Da imprensa estarão representantes do Washington Post, New York Times, Bloomberg, Financial Times e Warner. No campo das ONGs e do ativismo, estarão personalidades como Étienne Davignon e Kathalijne Buitenweg, além da Diretora Geral da Unesco, Audrey Azoulay, da Nadia Schadlow, do Instituto Hudson e do Darren Walker, Presidente da Fundação Ford. O onipresente Henry Kissinger também está na lista oficial.
Segundo informações oficiais, a pauta da Reunião do Clube Bilderberg 2019 será esta:
1. Uma ordem estratégica estável 2. O que vem pela Europa? 3. Mudanças Climáticas e Sustentabilidade 4. China 5. Rússia 6. O Futuro do Capitalismo 7. Brexit 8. A Ética da Inteligência Artificial 9. A Armamento das Mídias Sociais 10. A Importância do Espaço 11. Ameaças Cibernéticas
Como certamente a imprensa vai ignorar ou minimizar a importância deste encontro, colocarei nos comentários alguns links para quem pretende entender melhor o que representa esse clube e como as pautas das suas reuniões influenciam o mundo inteiro. E em breve a Vide Editorial vai enriquecer esse debate. Aguardem!
O hangout de hoje terá como convidado o escritor Flavio Quintela, autor dos livros "Mentiram (e muito) para mim" e "Mentiram para mim sobre o Desarmamento - em parceria com Benê Barbosa.
Amanhã, 08/01/2019, teremos um hangout com o Professor Osvaldo Bastos Neto, autor deste livro e dono de um dos canais mais interessantes do You Tube, o Seminário Crítica e Crise. Para se inscrever e participar:www.youtube.com/c/AlexandreCosta
Farei hoje, às 21 horas, a última live de 2018. Pretendo responder às perguntas pendentes e àquelas que chegarem durante a transmissão. Também conversaremos sobre o ano que está terminando e as perspectivas para 2019. Inscrevam-se no canal e participem.
Hoje (07/12/18) tem live no Youtube, às 21 horas. Vou responder às perguntas dos leitores e revelar o vencedor do sorteio do livro prometido na semana passada. Participem e ajudem a divulgar.
Agradeço aos amigos e leitores que compareceram ao lançamento do livro "O Brasil e a Nova Ordem Mundial", que aconteceu no domingo, 02 de dezembro. Eis algumas fotos que eu recebi. Mande a sua.
Farei hoje, das 15 às 18 horas, uma tarde de autógrafos na Livraria Martins Fontes, na Avenida Paulista 509, a 50 metros do Metrô Brigadeiro. O estacionamento fica na Rua Manoel da Nóbrega, 88. Ficarei muito feliz com a presença de vocês. Abraços e bom domingo.
Desde o final de outubro de 2018 tenho feito hangouts sobre assuntos relevantes e convidados ilustres, com grande conhecimento dos temas tratados. Assista, inscreva-se no canal e compartilhe com seus amigos. Toda semana tem vídeo novo no canal.
Universidade e Ideologia
Com o professor Rodrigo Jungmann
Impunidade e Criminalidade
Com a Promotora Cláudia Piovezan
Saul Alinsky e a Guerra Cultural
Com Márcio Scansani e a André Assi Barreto
Jair Bolsonaro e a Nova Ordem Mundial
Com Daniel Ferraz
Fake News e Guerra Assimétrica
Com Fábio Blanco
Luis Vilar, jornalista, escritor e palestrante
Panorama político e eleitoral
Inscreva-se no canal e acompanhe os hangouts e lives semanais.
Hoje, 28/11, farei um hangout com o Professor Rodrigo Jungmann, da Universidade Federal de Pernambuco. Falaremos sobre a hegemonia cultural nas universidades, o uso da ideologia em sala de aula e a perseguição que ele vem sofrendo por discordar da manada. Não percam, o homem é fera!
A matéria de ontem da Folha de São Paulo apresenta algumas curiosidades. Primeiro, o jornal que chama de “suspeito” até o criminoso confesso, que escreve “suposto” mesmo quando existem cenas gravadas de um crime, escreveu objetivamente “empresas bancam” (mensagens a favor da campanha de Jair Bolsonaro). Ao longo da reportagem ocorre a mesma coisa, ao invés do “teria” ou "seria", tão usados naquela redação, a jornalista fez questão de usar palavras e expressões bastante objetivas, como se estivesse mostrando provas irrefutáveis, coisa que qualquer um que saiba ler percebeu que não foi o caso: a matéria diz que a Folha “apurou”, mas não apresentou (ao menos até agora) nenhum documento, nenhum depoimento que corroborasse suas afirmações taxativas – todos os ouvidos negaram.
A segunda curiosidade é o timing. Na última semana, após as publicações dos institutos de pesquisa (que eu nem levo em consideração), indicarem não apenas a vitória de Jair Bolsonaro, mas também a tendência de aumentar a distância do segundo colocado, o PT e seus puxadinhos começaram a colocar a culpa no WhatsApp, nas redes sociais e nas chamadas Fake News, em uma típica fuga da responsabilidade: o partido que destruiu o Brasil e teve dezenas de seus membros presos por corrupção insiste na ausência de senso crítico, coisa que foi eternizada na fala do aliado Cid Gomes.
GOMES, Cid
Vocês lembram quando vários órgãos da grande imprensa publicaram uma manchete idêntica, no mesmo dia e no mesmo horário, “coincidentemente” defendendo o investidor George Soros? Pois é, agora um dos seus tentáculos, o Avaaz, está oferecendo um prêmio de U$100.000,00 para quem entregar provas que comprometam a candidatura de Jair Bolsonaro, Essa oferta generosa ocorre logo após a matéria da Folha de São Paulo, escrita pela petista declarada Patrícia Campos de Melo e poucos dias depois de outros capangas de Soros, as agências de Fact Checks e os censores disfarçados de caçadores de Fake News, pressionarem o WhattsUp para silenciar os eleitores do Capitão.
Para quem não sabe, George Soros é o mesmo que disse que destruiria Donald Trump, que criou um “Partido das Sombras” que controla a banda podre do Partido Democrata americano e é dono de uma ONG, a Open Society, que entre outras maravilhas possui um braço chamado Project Syndicate, que produz e distribui “informações” para dezenas de milhares de jornalistas em todo o mundo. Além disso, Soros é conhecido no Brasil por financiar o “jornalismo” isentíssimo do Mídia Ninja, entre outras aberrações ideológicas.
Coincidências
A Open Society, que é uma das principais financiadoras das causas defendidas pela esquerda internacional, é uma organização estrangeira, e segundo a nossa Constituição, não pode influenciar o processo eleitoral sob pena de crime eleitoral. Mas isso ninguém da grande imprensa vai lembrar porque afinal de contas o Titio $oros é um cara legal. Também não vão lembrar que o ex-Folha de São Paulo Fernando de Barros e Silva, atual diretor de redação da revista Piauí, revelou que em uma reunião interna na Folha a cúpula do jornalismo admitiu que tentariam prejudicar Bolsonaro “fingindo fazer jornalismo”.
Vale lembrar também, já que a grande imprensa nunca lembrará, que quase todas as acusações contra os apoiadores de Bolsonaro foram desmentidas: o assassino do capoeirista já confessou que o crime foi consequência de uma briga de bar e que a motivação não passou nem perto das razões políticas que a mídia tanto proclamou. As pichações nazistas também foram desmascaradas, pois os responsáveis foram presos e tinham feito também pichações contra o candidato do PSL. Sem falar na distribuição de capim, nas ofensas na porta da CNBB e muitas outras que já se provaram atos perpetrados por petistas com o intuito de manchar a imagem do adversário.
Como se sabe, a coisa é bem complexa e não se resume à influência do diabólico Soros, nem à ideologia que corre nas veias da imprensa amestrada, contribuem também para esta campanha midiática contra Bolsonaro as motivações mais mesquinhas e rasteiras, causadas pelas suas declarações de que vai cortar parte das verbas de publicidade estatal. Neste grupo que se indigna por simples interesses fiduciários também podemos elencar o Bonde da Rouanet, apavorados com a possibilidade de verem suas “genialidades” obrigadas a buscar patrocínio entre empresas e consumidores, como acontece com qualquer um dos mortais que não pertencem ao Olimpo das celebridades. Uma ofensa, na visão deles.
Essa tigrada, que se ofende por não conseguir mais influenciar o povão, parece não ter entendido o que está acontecendo. Não entenderam ainda que o brasileiro médio acordou e usa as redes sociais para se libertar desses tutores que o enganaram e o exploraram durante décadas. Como subestimam a inteligência das pessoas na mesma proporção em que se consideram inteligentíssimos, os totalitários acreditam que podem tutelar a opinião pública e cercear os direitos alheios porque na mente doentia dessa gente nojenta as suas opiniões valem mais e pronto. Para eles o povo não está apto a fazer suas escolhas. São totalitários por natureza, mas fingem defender a democracia porque, além de tudo, são covardes dissimulados, daí a língua bifurcada e os eufemismos tão corriqueiros no seu vocabulário viciado e venenoso. Ou alguém acredita que Petê e o Peçol estão querendo “mais democracia” quando tentam censurar o que restou da imprensa livre, o Facebook e até o WhatsApp?
As evidências de que essa denúncia contra Bolsonaro é mais falsa do que nota de 7 são inúmeras e qualquer um que tenha estudado um pouco o panorama político e suas complexidades acha até graça quando vê que apesar do desespero e das tramas mirabolantes, o eleitorado parece que não cai mais nessa conversa mole e não se curva mais à pretensa autoridade midiática, prefere confiar na mensagem da tia, do amigo e do vizinho, que sabidamente não possuem os interesses desta casta pensante que se acostumou a mandar no país. Felizmente, e contra a vontade dos censores e totalitários, as redes sociais vieram para ficar, e para destronar os autointitulados gênios da raça. Como diria o Daciolo, Glória a Deuxx.